sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sobre o Universo

Vocês realmente acreditam que estamos sozinhos?
Pois bem. Não digo com certeza que não estamos, mas aquí vão alguns dados que devem ser levados em consideração.
Primeiramente... nós humanos não temos ainda a capacidade de alcançar longas distâncias no Universo. Pensem no que conhecemos melhor até agora: o sistema solar. Ele seria como um átomo, cujo núcleo é o sol e os planetas (Júpiter, Urano, Netuno etc) são elétrons. Assim, o sistema solar seria apenas um único átomo, de uma molécula chamada Galáxia, que compõe o organismo Universo.
Dada a insignificância de nosso tamanho, será mesmo que não há outros planetas habitáveis? Ao menos matematicamente a probabilidade é muito grande, e isso não se pode negar.
Somente baseando-se no que os Astrônomos conseguem visualizar, até hoje foram contadas mais de 100 bilhões de galáxias, cada uma sediando o que especula-se em torno de mais 100 bilhões de estrelas. Para cada estrela há possíveis planetas em órbita. Assim, temos 10 sextilhões (10²¹) de estrelas que podem possuir planetas habitáveis. Impressionante não?
Temos que levar também em consideração a idade do Universo desde a última "singularidade", isto é, desde a útima vez em que o Big Crunch ou outro fenômeno levou ao Big Bang, o início do Universo que "conhecemos". A teoria mais aceita diz que a grande explosão ocorreu há 15 bilhões de anos. Veja bem, se transformassemos a idade do Universo em 24 horas, a hora 00:00 seria o início, e apenas as 23:40 surgiriam os primeiros dinossauros!
Concordam que há tempo demais em jogo? Quantos planetas, civilizações, formas de vida, podem ter havido até então? Será que alguma dessas permanece?
Não afirmo que temos companhia, mas afirmo que o homem deixa de evoluir ao desprezar tais estatísticas. Enquanto a Ufologia for tratada como "coisa de louco", enquanto mantivermos o estereótipo dos ET's verdes e ridicularizarmos o assunto, não avançaremos em algo primordial. Enquanto deixarmos de ligar para os aminoácidos que despencam na terra por meteoritos e mantivermos nossos olhos fechados para a capacidade das Arqueas em viajar por cometas, estaremos longe de obter soluções para questões que nos aflingem desde tempos remotos: de onde viemos, para onde vamos, onde estamos?
Quem sabe quando a máscara do menosprezo cair possamos fazer da Ufologia uma ciência respeitada e consigamos nos aproximar das respostas.

(Fonte dos números: Instituto de Pesquisas Espaciais - São José dos Campos)